segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Reencontro



Agora realmente acabou qualquer vínculo com a Unip. Na última quinta-feira, foi realizada a colação de grau da turma do jornalismo.

Foi um momento de reencontro, de dar risada, lembrar da palhaçadas durante os quatro anos em que estivemos juntos.

Como toda cerimônia, seja ela de casamento, de final de Copa do Mundo, a colação de grau teve o seu atraso. Estava marcado para começar as 19hr, mas acabou começando as 20hr, ou um pouco mais que isso. O protocolo, o rapaz falando no púpito foi um porre, isso é fato. Mas ao longo da cerimônia, fizemos brincadeiras entre a gente, com os nossos professores homenageados, enfim, essa parte foi a mais legal. Quebramos até o protocolo.

É tão ver nossos familiares num momento único como esse. Eles que derem o suor, sangue, para nos colocar num degrau mais alto que talvez eles não tiveram a chance, isso é sensacional.

Quando estamos na faculdade, não vemos a hora de acabar os quatro ou cinco ano letivos. Mas cá entre nós, depois que acaba, chega a formatura e vemos que não voltaremos mais a ter aula, bate sim a saudade.

Faço das palavras de um amigo meu no e-mail da sala, as minhas: "Foi muito legar mesmo ver toda a sala unida, sem intrigas, sem buchicho, sem diferenças. No dia da formatura, de verdade fomos uma sala unida, todos se abraçando, comemorando e se parabenizando".

Enfim, foi louco demais!!!

A saudade vai ficar.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Fim do Mundo



"Me diz o que você faria se só te restasse um dia?
 Se o mundo fosse acabar, me diz o que você faria?
 Andava pelado na chuva, trepava sem camisinha?"

Como aconteceu no ano de 2000, o ano que vem, a história de que o mundo pode acabar novamente está a tona. Até filme sobre isso saiu. Não assisti ao filme 2012, então, não posso falar muito sobre ele.  Mas já escutei pessoas que assistiram, falando que a revolta da natureza que está acontecendo há algum tempo e principalmente neste ano com as tragédias que as enchentes estão causando, aconteceu no filme.

Será um presságio? Não sei!

Mas voltando ao ano 2000, não lembro o dia certo que falaram que o mundo iria acabar. Só me recordo o horário. Estava entre 8h10 à 8h30 da manhã.

Talvez essa história de acabar o mundo, tenha mexido psicologicamente com as pessoas. Ao acordar na manhã do "fatídico" dia, tomei banho, me troquei e estava saindo para ir a escola, quando minha mãe me chamou e disse: "Deus o acompanhe, eu te amo" e eu respondi a mesma coisa. Ela certamente estava com medo de não me ver de novo, deu para ver no semblante dela. Eu fiquei firme, mas no fundo, eu tinha algum receio de como o mundo iria acabar, mas não deixava isso transparecer.

Cheguei na escola e a galera ficava brincando com o fato de o mundo acabar, já na primeira aula.

O horário que o mundo iria para os ares, aconteceria na aula de Educação Física, que era na segunda aula. Enfim, começamos a fazer os exercícios. Os meninos jogando bola e as meninas handebal. Os minutos foram passando e nada foi acontecendo.

Moral da história que deu 9hr da manhã, a aula de educação física acabou, mas o mundo não. Lembro que a galera comemorou, fez piada sobre a profecia que falhou e já fazendo chacotas com as outras que estavam por vir.

De certa forma, todos ficaram aliviados, pois estávamos no mínimo tensos, mas não deixamos transparecer.

Agora estamos novamente com essa questão de que o mundo vai acabar. 2012 está aí, resta-nos esperar para ver o que vai acontecer.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Happy birthday, São Paulo!



"Na cidade de São Paulo, o amor é imprevisível"

Hoje a maior cidade do Brasil e uma das maiores do mundo, completa 457 anos. São Paulo, uma cidade de tudo e de todos.

Esta grande metrópole que tem muita história para contar. Uma cidade que começou "pequena" e ao longo dos anos, décadas, séculos, foi crescendo. Casas, prédios, avenidas, rodovias, foram ganhando formas entre si.

São Paulo que acolheu tão bem os imigrantes e cidadãos que vierem de outros estados. Essa mistura que faz São Paulo ser o que é hoje. E apesar dos problemas que a cidade tem, ela não vai parar de crescer e de acolher as pessoas.

Independente do trânsito caótico, das enchentes, da violência,, do estresse do dia a dia, São Paulo vai ser sempre importante para mim. Nasci e cresci nessa cidade e se um dia eu sair daqui, certamente será quando eu estiver cansado da correria do dia a dia. Quem não gosta de respirar um ar puro? Pois é, eu gosto e sabemos que nossa cidade não nos propicia isso.

Mas apesar disso tudo, não deixarei de citar as coisas que São Paulo nos oferece como: Parques, teatros, cinemas, barzinho, baladas, etc.

São Paulo não para e nunca vai parar. Por isso, espero que outros 457 anos, venham com mais intensidade a essa cidade.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Antes tarde do que mais tarde



Neste título, resolvi fazer uma alusão daquele velho ditado que diz "ANTES TARDE DO QUE NUNCA", para falar de uma coisa que todas as pessoas fazem, mas que eu achava uma coisa "patética", vamos dizer assim. Esta coisa que estou falando é simplesmente ir ao cinema sozinho.

Faltando três dias para a virada do ano, resolvi ir ao cinema. E fui sozinho. Não sei porque, mas tinha na minha cabeça que ir ao cinema era privilégio apenas de famílias, grupo de amigos ou casais de namorados. Tolice minha, afinal de contas, eu não nasci grudado a ninguém.

Há alguns anos eu não ia ao cinema. Mesmo assim eu fui e não fiquei constrangido por ver casais ou uma turma de amigos na sessão que eu estava, até porque o mais importante era o filme e não ficar prestando atenção nos outros. Além do mais, tinham outras pessoas que foram sozinhas também.

Assisti o filme e no final fui comer um lanche na praça de alimentação. Foi uma tarde para mudar conceito de certas coisas.

Uma coisa eu posso dizer. Quer ir sozinho ao cinema, viajar, passar um domingo de sol no parque, ir no bar para beber ou na balada para dançar, simplesmente vá.

Tem dias que seus amigos não serão uma companhia para ti. Isto não é demérito nenhum.

Por isso não deixe de fazer aquilo que você tem vontade, mesmo que para isso, você tenha que fazer sozinho.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Amores



"Amar, é quando não dá mais para disfarçar,
 Tudo muda de valor, tudo faz lembrar você"

Não, não estou apaixonado. Aliás, faz algum tempo que não sinto esse sentimento por ninguém. Hoje já não me apaixono tão fácil como antigamente.

Para falar a real, as duas primeiras vezes que me apaixonei foram de bate e pronto, ou seja, amor a primeira vista. Hoje já não acredito mais nisso. Se vier acontecer um dia de bater o olho em uma garota e me apaixonar, talvez eu mude de opinião novamente, mas por enquanto, prefiro acreditar que temos que ir conhecendo a pessoa aos poucos, e assim, ir se apaixonando aos poucos também.

Estar apaixonado, ou amando alguém, é uma das coisas mais gostosa do mundo, desde que você seja correspondido..rs. Alegrias e decepções, fazem parte de quando você está apaixonado. Você faz loucuras, muda teoricamente sua vida, seus compromissos, seus horários, para estar com a pessoa amada.

Dizem que o amor é diferente da paixão. Você só ama uma vez, mas se apaixona várias. Complexo isso.

Quem me garante que a primeira namorada, é o amor da sua vida? Você pode se apaixonar várias vezes, ter várias namoradas, mas o seu verdadeiro amor, pode ser uma pessoa que não tem nada a ver com você. É muito relativo isso, talvez, complexo.

Me apaixonei várias vezes, achei que essa ou aquela pessoa, poderia ser o amor da minha vida, mas não foi. Foram apenas pessoas que passaram pela minha vida, e eu sendo correspondido ou não, me deram pelo menos um alicerce para eu saber de certas coisas.

Hoje já não me apaixono fácil, e quando me apaixono e não sou correspondido, eu simplesmente piso no sentimento que brotou em mim e parto para outra. Ficar se lamentando por algo que não deu certo, não adianta nada. Já aconteceu isso comigo, não foi bom, então, quando não dá certo ou não sou correspondido, simplesmente sigo a vida, deixo meu coração aberto para alguém legal que possa aparecer.

Magoei, já fui magoado e isso faz parte da vida. São dessas coisas e de outras que tiramos várias lições para prosseguir na vida.

Chorei muito por amor. Pensei que o mundo fosse acabar, que eu não me apaixonaria mais por ninguém, essas coisas que toda pessoa rejeitada sente. Demorou para passar, mas quando eu olhei no espelho e disse a mim mesmo: "Chega! o mundo não vai parar por causa dela". Quando disse isso, foi como tivesse tirado uma tonelada de concreto das minhas costas. Hoje posso dizer que tenho várias toneladas de concreto nas minhas costas, mas não é nada relacionado a eu ter levado um fora de uma pessoa que possa ter vindo me apaixonar. São por outras coisas que não cabe aqui nesse post. Talvez um dia eu divido isso com quem ler, talvez não.

Não sei como vai ser quando me apaixonar de novo. Se vai ser a primeira vista ou aos poucos. Mas confesso que sinto um pouco de falta disso. De me apaixonar, de ficar pensando na pessoa 24 horas por dia.

Vida que segue.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Covardia, sacanagem e afins



Não bastasse a tragédia que se alojou nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, agora as pessoas que perderam tudo, tem que conviver com a covardia de comerciantes de lá.

Fala sério, cobrar o dobro, tripo ou 10 vezes mais o preço de alguma mercadoria para levar vantagem do desespero das pessoas que perderam tudo, é muita sacanagem.

Semana passada eu tinha visto que o preço dos galões de água que custam em torno de cinco reais, subiu para quarenta reais. Um pacote de vela que custa um real e alguns centavos, estão sendo vendidos por quatro reias. Fora que proprietários de casas que estão para alugar, aumentaram os preços dessas casas. Absurdo isso.

Se aproveitarem dos desesperos desses moradores é uma coisa nojenta. Será que se acontecer o mesmo com esses imbecis, o tratamento vai ser o mesmo que eles estão dando para as pessoas que perderam tudo?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Solidariedade



E voltando ao assunto da tragédia na região metropolitana do Rio de Janeiro, é bom ver essa corrente, essa solidariedade das pessoas. Mesmo aquelas que perderam tudo como casa, familiares, sabem da necessidade de ajudar os outros moradores.

De fato, sempre quando acontece uma tragédia de proporções enormes, o povo brasileiro se solidariza com as outras, arrecadando roupas, alimentos, produtos higiênicos, etc.

E eles vão precisar muito do nosso apoio, da nossa ajuda. Recomeçar do zero não vai ser nada fácil, mas aos poucos vão conseguir.

Além de tudo que eles precisam hoje para sobreviver como comidas, água potável, entre outros, certamente muitas pessoas vão precisar de um acompanhamento psicológico. Vai ser bom para eles, para esse recomeço que terão em suas vidas.

Falar do medos, receios e incertezas que a vida vão trazer a essas pessoas, é um ponto crucial que terá que ser colado em pauta caso eles conseguirem um acompanhemento psicológico.

Acho que os governantes do Rio de Janeiro, deveriam ceder alguns psicólogos gratuitos para isso. Porque ter que pagar para isso, já vai ser demais. Um psicólogo nao cobra muito barato suas consultas.

Enfim, vamos acompanhando as necessidades e a luta para o recomeço dessas pessoas. Que Deus estejam com eles.